9 dicas para uma internet mais segura para as mulheres

9 dicas para uma internet mais segura para as mulheres

Fontes: Mariana Valente (InternetLab), Laura Molinari (Nossas), Laila Crisóstono (Tamo Juntas).

Fontes: Mariana Valente (InternetLab), Laura Molinari (Nossas), Laila Crisóstono (Tamo Juntas).

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mesmo que você não conheça a mulher que sofreu violência online, você pode ajudá-la.

denuncie

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denuncie

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o conteúdo ofensivo, mostre-se disponível para ajudá-la e pergunte o que ela precisa

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informe-se

informe-se

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das políticas de uso das plataformas digitais.

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das políticas de uso
das plataformas digitais.

 Muitas vezes as plataformas têm regras para garantir um ambiente seguro e acolhedor para todos. Procure conhecer essas políticas para entender se algo que você viu viola essas regras e denuncie.

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#HumanizaRedes e a
Safernet podem
ser bons caminhos.

ao identificar uma violação, tente

ao identificar uma violação, tente

ao identificar uma violação, tente

ao identificar uma violação, tente

ao identificar uma violação, tente

contatar autoridades

contatar autoridades

contatar autoridades

contatar autoridades

contatar autoridades

ou redes de apoio próximas à vítima.

ou redes de apoio próximas à vítima.

ou redes de apoio próximas à vítima.

ou redes de apoio próximas à vítima.

ou redes de apoio próximas à vítima.

Nem sempre a mulher está em condições de procurar esses serviços ou se sente confortável para dividir a situação.

Nem sempre a mulher está em condições de procurar esses serviços ou se sente confortável para dividir a situação.

Nem sempre a mulher está em condições de procurar esses serviços ou se sente confortável para dividir a situação.

Nem sempre a mulher está em condições de procurar esses serviços ou se sente confortável para dividir a situação.

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saiba:
ninguém
é anônimo

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é anônimo

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ninguém
é anônimo

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ninguém
é anônimo

saiba:
ninguém
é anônimo

na internet.
Denunciar faz toda a diferença.

na internet.
Denunciar faz toda a diferença.

na internet.
Denunciar faz toda a diferença.

na internet.
Denunciar faz toda a diferença.

na internet.
Denunciar faz toda a diferença.

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Cuidado ao compartilhar

Cuidado ao compartilhar

Cuidado ao compar-
tilhar

Cuidado ao compartilhar

Cuidado ao compartilhar

o conteúdo ofensivo/violento, ainda que com a intenção de alertar outras pessoas ou de pedir denúncias.

o conteúdo ofensivo/violento, ainda que com a intenção de alertar outras pessoas ou de pedir denúncias.

o conteúdo ofensivo/violento, ainda que com a intenção de alertar outras pessoas ou de pedir denúncias.

o conteúdo ofensivo/violento, ainda que com a intenção de alertar outras pessoas ou de pedir denúncias.

o conteúdo ofensivo/violento, ainda que com a intenção de alertar outras pessoas ou de pedir denúncias.

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Se a violência envolver

Se a violência envolver

Se a violência envolver

Se a violência envolver

Se a violência envolver

menores 
de idade,

menores 
de idade,

menores 
de idade,

menores 
de idade,

menores 
de idade,

o cuidado é redobrado. Nesses casos, contate os pais ou responsáveis e encaminhe a denúncia para o Canal de Ajuda, da Safernet.

o cuidado é redobrado. Nesses casos, contate os pais ou responsáveis e encaminhe a denúncia para o Canal de Ajuda, da Safernet.

o cuidado é redobrado. Nesses casos, contate os pais ou responsáveis e encaminhe a denúncia para o Canal de Ajuda, da Safernet.

o cuidado é redobrado. Nesses casos, contate os pais ou responsáveis e encaminhe a denúncia para o Canal de Ajuda, da Safernet.

o cuidado é redobrado. Nesses casos, contate os pais ou responsáveis e encaminhe a denúncia para o Canal de Ajuda, da Safernet.

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Compartilhar pode

Compartilhar pode

Compartilhar pode

Compartilhar pode

Compartilhar pode

prejudicar
a vítima

prejudicar
a vítima

prejudicar
a vítima

prejudicar
a vítima

prejudicar
a vítima

Além disso, você pode ser responsabilizado juridicamente pelo compartilhamento.

Além disso, você pode ser responsabilizado juridicamente pelo compartilhamento.

Além disso, você pode ser responsabilizado juridicamente pelo compartilhamento.

Além disso, você pode ser responsabilizado juridicamente pelo compartilhamento.

Além disso, você pode ser responsabilizado juridicamente pelo compartilhamento.

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ao ajudar uma mulher
a fazer uma denúncia,

ao ajudar uma mulher
a fazer uma denúncia,

ao ajudar uma mulher
a fazer uma denúncia,

ao ajudar uma mulher
a fazer uma denúncia,

ao ajudar uma mulher
a fazer uma denúncia,

não identifique
a vítima

não identifique
a vítima

não identifique
a vítima

não
identifique
a vítima

não
identifique
a vítima

apague nomes ou qualquer forma de identificação e evite expor ainda mais a situação.

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coloque-se à
disposição para

coloque-se à
disposição para

coloque-se à
disposição para

estar munido de ferramentas e conhecimento é importante, mas tão importante quanto é

estar munido de ferramentas e conhecimento é importante, mas tão importante quanto é

ouvir

ouvir

ouvir

acolher
uma mulher

acolher
uma mulher

o que a vítima tem
a compartilhar.

o que a vítima tem a compartilhar.

o que a vítima tem
a compartilhar.

com respeito e sem julgamentos.

com respeito e sem julgamentos.

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estar munido de ferramentas e conhecimento é importante, mas tão importante quanto é

estar munido de ferramentas e conhecimento é importante, mas tão importante quanto é

estar munido de ferramentas e conhecimento é importante, mas tão importante quanto é

coloque-se à
disposição para

coloque-se à
disposição para

acolher
uma mulher

acolher
uma mulher

acolher
uma mulher

ouvir

ouvir

com respeito e sem julgamentos.

com respeito e sem julgamentos.

com respeito e sem julgamentos.

o que a vítima tem
a compartilhar.

o que a vítima tem
a compartilhar.

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ao conversar com uma mulher vítima de violência, não a revitimize. Isto é,

ao conversar com uma mulher vítima de violência, não a revitimize. Isto é,

ao conversar com uma mulher vítima de violência, não a revitimize. Isto é,

ao conversar com uma mulher vítima de violência, não a revitimize. Isto é,

ao conversar com uma mulher vítima de violência, não a revitimize. Isto é,

não tente justificar

não tente justificar

não tente
justificar

não tente justificar

não tente justificar

a violência ou insinuar que a vítima poderia ter evitado sua ocorrência. Violência tem apenas um culpado e é quem a cometeu.

a violência ou insinuar que a vítima poderia ter evitado sua ocorrência. Violência tem apenas um culpado e é quem a cometeu.

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lembre-se:

lembre-se:

lembre-se:

pessoa

pessoa

a violência online afeta pessoas reais. O que quer que você fale, não se esqueça que há uma

a violência online afeta pessoas reais. O que quer que você fale, não se esqueça que há uma

a violência online afeta pessoas reais. O que quer que você fale, não se esqueça que há uma

com sentimentos, vida e história, sendo afetada.

com sentimentos, vida e história, sendo afetada.

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pessoa

pessoa

pessoa

lembre-se:

lembre-se:

com sentimentos, vida e história, sendo afetada.

com sentimentos, vida e história, sendo afetada.

com sentimentos, vida e história, sendo afetada.

a violência online afeta pessoas reais. O que quer que você fale, não se esqueça que há uma

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Ajude a construir uma internet mais segura para as mulheres

Ajude a construir uma internet mais segura para as mulheres

Ajude a construir uma internet mais segura para as mulheres

As redes têm um enorme potencial de conexão e de propagação de boas práticas. Fazer uso dessa qualidade é essencial para erradicar a violência online.

As redes têm um enorme potencial de conexão e de propagação de boas práticas. Fazer uso dessa qualidade é essencial para erradicar a violência online.

As redes têm um enorme potencial de conexão e de propagação de boas práticas. Fazer uso dessa qualidade é essencial para erradicar a violência online.

Para isso, é preciso pessoas informadas que, além de não fomentarem a violência, também promovam boas práticas e ajudem a fazer da internet um ambiente mais seguro e acolhedor para as mulheres e todas as pessoas.

Sim, você pode ajudar, e muito, a construir esse ambiente. Algumas sugestões:

  • Compartilhe e fortaleça as redes já formadas como por exemplo Safernet, Canal de AJuda, #HumanizaRedes, Mapa do Acolhimento e #mandaprints;
  • Dissemine boas práticas e informações: compartilhe as dicas do #ConexoesQueSalvam, por exemplo;
  • Fique por dentro das políticas das plataformas e saiba reconhecer uma violação quando ela acontece.

Quanto mais você se informa, mais pode ajudar as mulheres quando elas precisarem.

Confira o que ativistas e especialistas sugerem para aproveitar o potencial das redes para combater a violência:

Descubra em 9 perguntas se as suas atitudes na internet são construtivas ou ofensivas

Uma internet segura, acolhedora e sem violência é de interesse geral, e construir esse espaço é uma responsabilidade de todos.

Uma internet segura, acolhedora e sem violência é de interesse geral, e construir esse espaço é uma responsabilidade de todos.

Uma internet segura, acolhedora e sem violência é de interesse geral, e construir esse espaço é uma responsabilidade de todos.

Cabe a cada um se atentar para tudo o que posta e interage. Em um mundo conectado, a mudança de atitude de uma única pessoa pode ter efeitos em rede. Por isso, faça o teste e descubra se você está contribuindo para a criação deste ambiente seguro. Se está, continue com as boas práticas, mas, se não estiver, nunca é tarde para começar 😉

1. Você já usou a internet para ofender alguém?

Que tal rever essa prática e pedir desculpas às pessoas ofendidas? Antes de comentar ou compartilhar online, é interessante pensar quem são as pessoas diretamente afetadas pelas suas ações. Se você concluir que alguém poderia ser ofendida ou prejudicada, não compartilhe. Você sempre pode optar por fazer a diferença e interromper um ciclo de violência. As redes têm um potencial transformador demais para ser usada como meio de propagação de violência!

Parabéns, esse é um bom começo!

2. Você já usou o gênero, cor da pele, raça, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência, forma física, etnia ou idade de alguém como ofensa?

Isso é um tipo de violência, pode ser considerado discriminação e você pode responder até legalmente por isso. Nenhuma dessas características é motivo de chacota ou ofensa, e sim de orgulho.

Que bom! Nenhuma dessas características é motivo de chacota ou ofensa, e sim de orgulho.

3. Alguma vez uma mulher ficou chateada ou ofendida com alguma opinião que você deu sobre ela ou alguma característica dela?

Muito cuidado. Muitas coisas que podem ser entendidas como opinião são, na verdade, violências. Pense: você gostaria que aquilo fosse dito para você? O que você disse tentou de alguma maneira diminuir aquela mulher ou alguma de suas características? Se sim, pode ser violência.

Que bom, pois às vezes o que parece uma simples opinião é, na verdade, uma forma de opressão e violência. Sempre pense se você gostaria que aquilo fosse dito a você ou se aquilo tenta diminuir uma mulher de alguma maneira.

4. Você já fez alguma postagem fazendo brincadeiras, piadas ou memes que envolviam características como, por exemplo, a cor, sexualidade, deficiência, aparência, idade ou gênero de uma pessoa?

Muito cuidado. O que parece piada para você pode ser muito ofensivo para as pessoas envolvidas, especialmente se o motivo da piada já é alvo de comentários desagradáveis em outras situações. Nesses casos, é muito provável que sua piada ou brincadeira tenha sido, na verdade, uma forma de opressão e violência. Pense: você gostaria que aquilo fosse dito para você?

Que bom, porque muitas violências estão disfarçadas de piadas - e elas não têm a menor graça. Qualquer que seja a forma, violência é violência. Sempre pense se você gostaria que aquilo fosse dito a você.

5. Você já compartilhou algum material íntimo (fotos, senhas, endereço) sem o consentimento das partes envolvidas?

Má notícia: isso, além de violência, pode ser crime, de acordo com o Código Penal brasileiro. Não faça isso em hipótese alguma! Direito à privacidade é fundamental.

Ótimo! Direito à privacidade é fundamental e compartilhar, por exemplo, fotos íntimas de alguém sem consentimento pode ser considerado como crime. Que tal alertar sua rede para isso?

6. Você já compartilhou algum conteúdo que continha alguma violência, mesmo que com o objetivo de denunciar a situação?

Muito cuidado: isso também pode ser uma violência. Entendemos que você pode ter tido boas intenções, mas compartilhar os materiais aumenta a exposição da vítima. Quando vir uma postagem que considera violenta ou abusiva, não compartilhe! Faça uma denúncia à plataforma, salve a URL (endereço relacionado ao conteúdo) e denuncie às autoridades responsáveis.

Que bom! Sabemos que a intenção pode ser boa, mas esse tipo de atitude também é um modo de propagar a violência e expor a vítima, o que pode agravar ainda mais a situação. Fale com seus amigos e espalhe boas práticas.

7. Você já respondeu a comentários e conteúdos que reforçam discurso de ódio ou os chamados haters*?

Atenção! Interagir com um conteúdo de ódio, compartilhando ou apenas comentando, pode piorar a situação e gerar mais visibilidade para o assunto. É ideal não engajar com o discurso de ódio e não responder ao agressor. Evite alimentar os haters.

Parabéns! Você não alimentou os haters. Vamos ocupar a internet com conteúdos empoderadores em vez de destrutivos.

*Haters: termo usado para classificar pessoas que postam comentários de ódio ou crítica na internet sem discernimento ou critério.

8. Você já denunciou uma publicação imprópria a uma plataforma?

Parabéns, você colabora ativamente para a construção de uma internet mais segura. 😉

Denunciar é muito importante, pois é uma das maneiras de ajudar a manter uma internet livre de conteúdo ofensivo. Nunca é tarde para começar!

9. Você já alertou seus amigos quando eles compartilham material violento ou íntimo sem autorização?

Parabéns, você colabora ativamente para a formação de uma rede mais segura. 😉

Que tal começar a partir de agora? Mostrar que você não compactua com a violência pode fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de compartilhar algo ofensivo e que prejudica outras pessoas.

A qualquer momento, clique aqui e veja o passo a passo para fazer a denúncia de uma violência online

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Lembre-se, você não tem culpa da violência.

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